Livraria Poetria
Livraria Poetria // Poesia e TeatroMANIFESTO ANTI-DANTAS // recinto Galerias Lumière
Uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi.
É um coio de indigentes, d’indignos e de cegos! É uma resma de charlatães e de vendidos, e só pode parir abaixo de zero!”
Assim falava Almada Negreiros, poeta d’Orpheu,Futurista e Tudo, em 1915, no seu Manifesto Anti-Dantas e por extenso
Assim e muito mais bradará Isaque Ferreira no próximo sábado, dia 13 Fevereiro 2010, a partir das 18 horas, no recinto das Galerias Lumière (ruas José Falcão / Oliveiras).
NÃO FALTES QUE NOS FALTAS!
Informações: 968707303
POETRIA
A CASA DA MEIA DISTÂNCIA // Lançamento do livro Daniel Maia-Pinto Rodrigues
A CASA DA MEIA DISTÂNCIA
“Como se chama o lugar onde ficaram os nossos sonhos, quando nós tivemos que sair? “
Lançamento do livro de Daniel Maia-Pinto Rodrigues
Edição:mariposa azual
Apresentação:Helena Vieira
Leituras: José Carlos Tinoco, Susana Guimarães, Manuel Ribeiro e Daniel Maia-Pinto Rodrigues
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Daniel Maia-Pinto Rodrigues nasceu no Porto, em 1960, cidade onde vive desde sempre.
Autor de uma considerável obra que inclui poesia, romance e novela, é uma figura da cena literária do Porto, por ter sido um dos animadores, dizedores, divulgadores de poesia no Pinguim Bar, nos idos anos de 80 e 90.
O novo livro de Poesia A CASA DA MEIA DISTÂNCIA, depois da consagração dos dispersos na Antologia DIÓSPIRO ( Quasi Edições, 2007), é um regresso, um retorno, ao poder das coisas pequenas. Quietas. Simples. Suspensas. A meia distância.
A distância que por certas vezes sentimos que se coloca entre nós e a nossa vida; entre as palavras e as coisas; entre o céu e a Terra; entre o antes e o depois.
Vamos entrar.
Regulemos a nossa própria altura pela altura desta casa. A porta é baixa. Obriga a dobrar um pouco o pescoço e a flectir os joelhos para podermos entrar nas suas salas de paredes claras e um pé-direito confortável para humanos.
Iniciamos a leitura.
Registamos o aviso/epígrafe da velha fábula de La Fontaine.
A infância-raposa continua à procura de uvas maduras nos livros.
Mais uns passos e passamos pela Definitiva História de Julian, o Pastor.
Estamos no campo – só pode ser – e na nossa frente revela-se a casa da meia distância.
Entramos, pé ante pé; a porta ficou entreaberta, desde os anos 80, quando um grupo de mulheres e um homem aqui passaram umas férias de Verão.
Percorremos, devagar, os seus 64 cantos / 64 poemas / 64 pausas.
Espaços da casa / espaços do livro / takes do tempo.
Uma voz suave e doce guia as nossas descobertas.
Revelações, inconfidências, provocações, relatos. Brincadeiras.
Daniel Maia-Pinto Rodrigues é o biógrafo deste tempo e deste lugar. Regista o seu pulsar. Guarda os factos, a imaginação, o desejo, a luz desses dias, a frescura dessas noites.
O livro / casa desfilou diante de nós. É hora de partir. Chegou a melancolia, essa outra doença do tempo. Anuncia-se o momento em que é preciso SAIR DA CASA UTÓPICA PARA IR MORRER À REALIDADE.
Mas antes da despedida, ainda vamos a tempo de aceitar o convite e voltar ao VERÃO 77 – POP DAYS em ESPOSENDE.
Daniel Maia- Pinto Rodrigues anteriormente, Publicou Vento, Edição de autor, Porto, 1983
Conhecedor de Ventos, Ed. Associação de Jornalistas e Homens de Letras do porto, Porto, 1987
A Próxima Cor, Ed. Pinguim Poesia Bar, Porto, 1983, ( Prémio Nacional Foz Côa/86 -Menção Honrosa Novos Valores da cultura, 1988)
O Valete do Sétimo Naipe, Ed. Felício Cabral Publicações, 1994, com prefácio de
Mário Cláudio
O Céu a Seu Dono, Co-autoria com João Gesta, Ed. Edicións Positivas, Santiago de Compostela, 1997
A Sorte Favorece os Rapazes, Ed. Fundação Ciência e Desenvolvimento / Teatro do Campo Alegre, 2001
O Afastamento Está Ali Sentado, Ed. Quasi Edições, Vila Nova de Famalicão, 2002
O diabo Tranquilo – Co-autoria com Isabel Rio Novo; pósfacio de Pedro Eiras,
Ed. Campo das letras, Porto, 2004
Malva 62, Pósfacio de Manuel António Pina, Ed. Quasi Edições,
Vila Nova Famalicão, 2005
O Corredor Interior (romance), Ed. Clube Literário do Porto, Porto, 2006
Dióspiro –Poesia Reunida 1977-2007 (antologia com selecção e organização de Luis Miguel Queirós e José Carlos Tinoco), Ed. Quasi Edições, Vila Nova Famalicão, 2007
Os seus poemas integram várias e importantes Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea: Pathos – Pequena antologia quase inédita de poesia contemporânea portuguesa de A Musa ao Espelho, e “Poemas Portugueses. Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI”, de Jorge Reis-Sá e Rui Lage, que lhe dedica mais de 20 páginas, apresentado-o como um poeta central dos anos 60 do sec. XX.
Poderá usufruir de 20% de desconto nos livros de alguns dos autores em destaque
Reserva de mesas para jantar: 226007023
Rua N. Sra. de Fátima, n.º 334 – Porto
Poetria in Progress // Os Poetas da República
“Todas as vezes que a vida nacional careceu de acção violenta ou apenas enérgica do povo para imprimir um rumo diverso à derrota da nau do Estado, de todas as vezes, partiu do Porto (…) porque o Porto foi e é a capital do pensamento democrático português…”
Assim falava Oliveira Martins, citando 1820, 1826, 1833, 1846…, nos anos que precederam a revolta popular de 31 de Janeiro de 1891 que abriu caminho ao regicídio e pouco depois à implantação da República em 5 de Outubro de 1910.
Já o poeta Antero de Quental se empenhou em dar uma resposta nacional ao ultrajante Ultimatum inglês. E outros poetas como João Penha, Guerra Junqueiro, Jaime Cortesão e mesmo o poeta presidente Manuel Teixeira Gomes imprimiram de várias formas nos seus poemas o grito de liberdade, entusiasmo e esperança que aquele tempo lhes arrancava do corpo e da alma.
Outros poetas, que aqui viveram antes de 1926, incluindo Pessoa, Almada Negreiros, Gomes Ferreira, Torga ou António Aleixo (teria Régio escrito o “Cântico negro” num outro contexto político-histórico?) nos deixaram a sua poesia imensa, admirável, interventiva.
Todos eles vão estar presentes no próximo dia 21/1/10, no Café Progresso, às 21,30h, na sessão de poesia “Poesia in progress” sobre o tema “Os Poetas da República”, através das vozes dos Jograis do Atlântico, Júlia Correia e António Pinheiro.
Venham e divulguem a notícia e os cartazes anexos pelos vossos amigos e conhecidos. Terão uma grande noite de poesia e agitação.
POETRIA
“POEMAS PORTUGUESES – ANTOLOGIA POESIA PORTUGUESA SÉC. XIII AO SÉC. XXI”
“POEMAS PORTUGUESES – ANTOLOGIA DE POESIA PORTUGUESA DO SÉC. XIII AO SÉC. XXI”
Obra monumental que percorre 800 anos de poesia, organizada segundo a ordem cronológica do nascimento de mais de 200 autores, ao longo de mais de 2000 páginas!
Uma edição importantíssima de divulgação da nossa melhor poesia desde os seus primórdios.
UM PRESENTE DE NATAL PRECIOSO E REQUINTADO.
Se vai comprar, porque não fazê-lo na POETRIA? Preço: 60,00 €
Aguardamos as vossas estimadas encomendas.
NATAL POÉTICO // café Progresso, dia 17, às 21h
NATAL POÉTICO
Sessão de poesia no próximo dia 17 no Café Progresso, a partir das 21h. com o seguinte programa:
Concerto de Natal: Coro de S. Ivo da Ordem dos Advogados do Norte
Leitura de poemas: Celeste Pereira, Cristina Pessoa, Isabel Marcolino, Jorge Vieira, Maria Antónia Ribeiro, Rui Pena.
“Nasce mais uma vez
Menino Deus
Não faltes, que me faltas
Neste inverno gelado.
Nasce nu e sagrado
no meu poema,
se não tens um presépio
Mais agasalhado”
Miguel Torga
lançamento do livro “TANTO AR” // LABIRINTHO
“TANTO AR” é o título perfeito para estes poemas carregados de leveza e plenitude que ora nos soam a serenas epígrafes ou deslumbrados haikus ora se confundem com o lado orgânico da vida:
“As estrelas vivem ao colo dos rios…” ou “Meio-dia/ A manhã cansada/ ajoelha-se aos pés da tarde…”.
CÉSAR AUGUSTO ROMÃO é o autor deste livro, incondicional tributo à natureza:
“Sempre fui terno com a natureza/ A ela devo/ todas as certezas/ que possuo…”
Lançamento no próximo dia 19, no café bar concerto LABIRINTHO (R. Nª Srª de Fátima, 334), pelas 18h.
Apresentação de Danyel Guerra.
Leitura de poemas por José Carlos Tinoco.
Poesia in Progress // 3 de Dezembro, 21.30h
Na próxima sessão, no dia 3/12/09, no Café Progresso, às 21,30h. serão lidos alguns dos poemas obscuramente sublimes de Herberto Helder. Poeta visceral, telúrico, incandescente, essência da paixão.
As palavras queimam e refrescam como bolas de neve a arder. Muito para além da nossa morte, Herberto Helder brilhará nas noites e nos dias dos que toquem nos seus poemas.
“Campo de experimentação literária” // revista CRÀSE no seu nº 0
“Campo de experimentação literária” – assim se auto-interpreta a revista CRÀSE no seu nº 0, que acaba de ser publicada numa edição de 60 exemplares.
Dança de Roda // Arthur Schnitzler
O TEATRO É VIDA E NÃO PÁRA!
POETRIA
Poesia no Labirintho // dia 18 de Novembro
“O homem recusa-se a deixar os seus labirintos”, segundo o poeta René Char.




