Livraria Poetria

Livraria Poetria // Poesia e Teatro

“POEMAS PORTUGUESES – ANTOLOGIA POESIA PORTUGUESA SÉC. XIII AO SÉC. XXI”

“POEMAS PORTUGUESES – ANTOLOGIA DE POESIA PORTUGUESA DO SÉC. XIII AO SÉC. XXI”

Obra monumental que percorre 800 anos de poesia, organizada segundo a ordem cronológica do nascimento de mais de 200 autores, ao longo de mais de 2000 páginas!

Uma edição importantíssima de divulgação da nossa melhor poesia desde os seus primórdios.

UM PRESENTE DE NATAL PRECIOSO E REQUINTADO.

Se vai comprar, porque não fazê-lo na POETRIA? Preço: 60,00 €

Aguardamos as vossas estimadas encomendas.

NATAL POÉTICO // café Progresso, dia 17, às 21h

NATAL POÉTICO

Sessão de poesia no próximo dia 17 no Café Progresso, a partir das 21h. com o seguinte programa:

Concerto de Natal: Coro de S. Ivo da Ordem dos Advogados do Norte

Leitura de poemas: Celeste Pereira, Cristina Pessoa, Isabel Marcolino, Jorge Vieira, Maria Antónia Ribeiro, Rui Pena.

“Nasce mais uma vez

Menino Deus

Não faltes, que me faltas

Neste inverno gelado.

Nasce nu e sagrado

no meu poema,

se não tens um presépio

Mais agasalhado”


Miguel Torga

lançamento do livro “TANTO AR” // LABIRINTHO

“TANTO AR” é o título perfeito para estes poemas carregados de leveza e plenitude que ora nos soam a serenas epígrafes ou deslumbrados haikus ora se confundem com o lado orgânico da vida:

“As estrelas vivem ao colo dos rios…” ou “Meio-dia/ A manhã cansada/ ajoelha-se aos pés da tarde…”.

CÉSAR AUGUSTO ROMÃO é o autor deste livro, incondicional tributo à natureza:

“Sempre fui terno com a natureza/ A ela devo/ todas as certezas/ que possuo…”

Lançamento no próximo dia 19, no café bar concerto LABIRINTHO (R. Nª Srª de Fátima, 334),  pelas 18h.

Apresentação de Danyel Guerra.

Leitura de poemas por José Carlos Tinoco.

Poesia in Progress // 3 de Dezembro, 21.30h

Herberto Hélder

Herberto Hélder

Na próxima sessão, no dia 3/12/09, no Café Progresso, às 21,30h. serão lidos alguns dos poemas obscuramente sublimes de Herberto Helder. Poeta visceral, telúrico, incandescente, essência da paixão.

As palavras queimam e refrescam como bolas de neve a arder. Muito para além da nossa morte, Herberto Helder brilhará nas noites e nos dias dos que toquem nos seus poemas.

“Campo de experimentação literária” // revista CRÀSE no seu nº 0

Crase

Crase

“Campo de experimentação literária” – assim se auto-interpreta a revista CRÀSE no seu nº 0, que acaba de ser publicada numa edição de 60 exemplares.

Grafismo e design inesperados em audácia e despojamento, formato de vanguarda, material robusto feito para durar.
Com estranho prazer percorremos estes textos destes poetas jovens e tão clássicos na modernidade dos seus gritos murmurados e veementes, na urgência das palavras como garras suaves desbravando um novo tempo e um novo espanto.
São 60 exemplares, 9 poetas, poemas múltiplos, que acrescentam sentido e perplexidade à vida que nos é dado viver.
Um relâmpago da literatura emergente para ofuscar de sonho o nosso hábito de cada dia.
Obrigatório é contemplar a CRÀSE e o texto acompanhante nos ficheiros anexos.
Custa 5€ está à venda na POETRIA.

Dança de Roda // Arthur Schnitzler

O TEATRO É VIDA E NÃO PÁRA!

Dança de Roda

A “Vintena Vadia” apresenta em estreia a peça do austríaco Arthur Schnitzler “Dança de roda”, nunca editada e pela primeira vez encenada em Portugal por Elisabeth Schuster, no dia 26/11/09, que se prolongará depois pelos dias 27 e 28/11 e 3, 4, 5, 9, 10 e 11 de Dezembro, sempre às 22 h.
O novo e inesperado espaço onde a peça decorrerá, e que todos vão adorar conhecer, é mais um “tesouro escondido” num dos becos desta cidade:
a Villa, na Travessa dos Congregados, 64. Chegando à Casa da Sorte, na Rua Sampaio Bruno, é só seguir as pègadas.

Preços:
6€ para o público em geral, 4€ para estudantes e grupos a partir de 10 pessoas. M/16 anos.
Reservas: 931608454 (entre as 10 e as 18h).

Do autor citamos: “Nas relações humanas não existe uma interrupção tal como não existe na vida em geral. Há início, desenvolvimento, climax, queda e fim”.
Da peça, que foi escrita em 1897 e em 1931 atingiu as 101 edições, sabe-se que sofreu grandes pressões políticas e ferozes ataques por ofensas morais à sociedade da época – chegou a ser chamada “peça de bordel” -, acabando mesmo por ser proibida por perturbação à ordem e segurança públicas.
Hoje, é um clássico da moderna dramaturgia de  expressão alemã, recorrentemente em cena nos países germânicos e também em França.

POETRIA

Poesia no Labirintho // dia 18 de Novembro

“O homem recusa-se a deixar os seus labirintos”, segundo o poeta René Char.

Outro poeta, Henri Michaux”, enuncia a razão profunda deste fascínio: “No labirinto se encontra o caminho certo, oculto entre mil caminhos falsos”.

Em alquimia, o labirinto é um símbolo de iniciação. É uma metáfora do conhecimento, de si e do mundo e representa as dificuldades e as provações por que se tem de passar até se atingir a perfeição.

A próxima sessão de poesia será sobre o “Labirinto” e no “Labirintho”, rua Nª Sª de Fátima, 334, no dia 18/11/09, às 22h, com leitura de poemas por Ana Afonso e André Sebastião, acompanhamento musical (flauta) por Sérgio Vieira e participação especial de Abílio Aranha.

Sophia, Eugénio, Pessoa, Sá-Carneiro, Borges, Natália, Zé Gomes Ferreira, Mourão-Ferreira seguirão connosco o fio de Ariadne no caminho de volta do “labirinto confuso, com estrelas escuras, que divide em duas partes a nossa ilusão, como se esta fosse um objecto já podre”, no lamento de Garcia Lorca.

PURA E GRANDE POESIA, neste espaço mítico de cultura e festa!
Para a noite ser ainda mais empolgante reservem mesa para jantar ou degustar os irresistíveis “Pecadilhos”

… quesadillas, tortilhas, chimichangas, vol-au-vents, crepes, cogumelos recheados, saladas compostas, doces caseiros…, a preços anti-crise, num ambiente de sedução e magia.

VENHAM E DIVULGUEM.

Reserva de mesa e jantar: 226 007 023

POESIA TROVADORESCA // Café Progresso

A próxima sessão de poesia será no dia 5 de Novembro, no Café Progresso, pelas 21,30, sobre POESIA TROVADORESCA.

Poesia Trovadoresca

Poesia Trovadoresca

Durante a Idade Média, os jograis iam de corte em corte, de casa em casa, entoando ao som do alaúde e da cítara, belas e ingénuas cantigas de amigo e de amor ou acutilantes e ousadas cantigas de escárnio e maldizer, que marcaram o início da nossa poesia.

Com a leitura dos poemas teremos o acompanhamento do CORAL DE S. IVO interpretando belas peças cantadas que nos transportarão nas maravilhosas asas do sonho e da alegria. Contamos com a sua presença neste evento original, agradecendo a sua divulgação.

POETRIA

“Se fosse um intervalo” // Ana Luísa Amaral

Se Eu Fosse Um Intervalo

Se Eu Fosse Um Intervalo

No próximo dia 28, pelas 18,30, na Biblioteca Almeida Garrett (Palácio de Cristal – Porto) será lançado o livro “Se fosse um intervalo” da poeta Ana Luísa Amaral.

De novo a grande poesia e uma notável autora a envolver-nos no sortilégio da voz e da música desta arte universal.
Uma oportunidade rara, a não perder!

LER É FIXE! // Galerias Lumière

A Poetria (re)vive e assume-se como um espaço de cultura e festa, com muitos projectos no ar para tornar mais colorido o quotidiano cinzento desta cidade que amamos.

Torne-se membro do recém-criado CLLP – Club dos Leitores da Livraria Poetria.
Basta subscrever o cartão “Viver Poetria” (os que ainda o não possuem).
Custa 5 € e além de dar acesso à participação no Clube, dá direito a descontos na compra de livros e em bilhetes de ingresso em salas de espectáculos.
Mas como é um cartão dinâmico, irá permitindo, no futuro, outros descontos noutros produtos e serviços.
A próxima sessão de leitura será no dia 30/10/2009, às 18,30, no espaço do Centro Comercial das Galerias Lumière onde a Poetria se encontra (R. das Oliveiras, 70, frente ao Teatro Carlos Alberto – mas também se pode entrar pela R. José Falcão), e a escolha da obra ou texto para leitura ficará ao critério dos prováveis leitores.
Reserve já porque LER É FIXE!
A lotação é de 30 lugares, com direito a café, bolinhos de gengibre e o mais que se verá.
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