Livraria Poetria

Livraria Poetria // Poesia e Teatro

Arquivo de Novembro, 2009

Poesia in Progress // 3 de Dezembro, 21.30h

Herberto Hélder

Herberto Hélder

Na próxima sessão, no dia 3/12/09, no Café Progresso, às 21,30h. serão lidos alguns dos poemas obscuramente sublimes de Herberto Helder. Poeta visceral, telúrico, incandescente, essência da paixão.

As palavras queimam e refrescam como bolas de neve a arder. Muito para além da nossa morte, Herberto Helder brilhará nas noites e nos dias dos que toquem nos seus poemas.

“Campo de experimentação literária” // revista CRÀSE no seu nº 0

Crase

Crase

“Campo de experimentação literária” – assim se auto-interpreta a revista CRÀSE no seu nº 0, que acaba de ser publicada numa edição de 60 exemplares.

Grafismo e design inesperados em audácia e despojamento, formato de vanguarda, material robusto feito para durar.
Com estranho prazer percorremos estes textos destes poetas jovens e tão clássicos na modernidade dos seus gritos murmurados e veementes, na urgência das palavras como garras suaves desbravando um novo tempo e um novo espanto.
São 60 exemplares, 9 poetas, poemas múltiplos, que acrescentam sentido e perplexidade à vida que nos é dado viver.
Um relâmpago da literatura emergente para ofuscar de sonho o nosso hábito de cada dia.
Obrigatório é contemplar a CRÀSE e o texto acompanhante nos ficheiros anexos.
Custa 5€ está à venda na POETRIA.

Dança de Roda // Arthur Schnitzler

O TEATRO É VIDA E NÃO PÁRA!

Dança de Roda

A “Vintena Vadia” apresenta em estreia a peça do austríaco Arthur Schnitzler “Dança de roda”, nunca editada e pela primeira vez encenada em Portugal por Elisabeth Schuster, no dia 26/11/09, que se prolongará depois pelos dias 27 e 28/11 e 3, 4, 5, 9, 10 e 11 de Dezembro, sempre às 22 h.
O novo e inesperado espaço onde a peça decorrerá, e que todos vão adorar conhecer, é mais um “tesouro escondido” num dos becos desta cidade:
a Villa, na Travessa dos Congregados, 64. Chegando à Casa da Sorte, na Rua Sampaio Bruno, é só seguir as pègadas.

Preços:
6€ para o público em geral, 4€ para estudantes e grupos a partir de 10 pessoas. M/16 anos.
Reservas: 931608454 (entre as 10 e as 18h).

Do autor citamos: “Nas relações humanas não existe uma interrupção tal como não existe na vida em geral. Há início, desenvolvimento, climax, queda e fim”.
Da peça, que foi escrita em 1897 e em 1931 atingiu as 101 edições, sabe-se que sofreu grandes pressões políticas e ferozes ataques por ofensas morais à sociedade da época – chegou a ser chamada “peça de bordel” -, acabando mesmo por ser proibida por perturbação à ordem e segurança públicas.
Hoje, é um clássico da moderna dramaturgia de  expressão alemã, recorrentemente em cena nos países germânicos e também em França.

POETRIA

Poesia no Labirintho // dia 18 de Novembro

“O homem recusa-se a deixar os seus labirintos”, segundo o poeta René Char.

Outro poeta, Henri Michaux”, enuncia a razão profunda deste fascínio: “No labirinto se encontra o caminho certo, oculto entre mil caminhos falsos”.

Em alquimia, o labirinto é um símbolo de iniciação. É uma metáfora do conhecimento, de si e do mundo e representa as dificuldades e as provações por que se tem de passar até se atingir a perfeição.

A próxima sessão de poesia será sobre o “Labirinto” e no “Labirintho”, rua Nª Sª de Fátima, 334, no dia 18/11/09, às 22h, com leitura de poemas por Ana Afonso e André Sebastião, acompanhamento musical (flauta) por Sérgio Vieira e participação especial de Abílio Aranha.

Sophia, Eugénio, Pessoa, Sá-Carneiro, Borges, Natália, Zé Gomes Ferreira, Mourão-Ferreira seguirão connosco o fio de Ariadne no caminho de volta do “labirinto confuso, com estrelas escuras, que divide em duas partes a nossa ilusão, como se esta fosse um objecto já podre”, no lamento de Garcia Lorca.

PURA E GRANDE POESIA, neste espaço mítico de cultura e festa!
Para a noite ser ainda mais empolgante reservem mesa para jantar ou degustar os irresistíveis “Pecadilhos”

… quesadillas, tortilhas, chimichangas, vol-au-vents, crepes, cogumelos recheados, saladas compostas, doces caseiros…, a preços anti-crise, num ambiente de sedução e magia.

VENHAM E DIVULGUEM.

Reserva de mesa e jantar: 226 007 023

POESIA TROVADORESCA // Café Progresso

A próxima sessão de poesia será no dia 5 de Novembro, no Café Progresso, pelas 21,30, sobre POESIA TROVADORESCA.

Poesia Trovadoresca

Poesia Trovadoresca

Durante a Idade Média, os jograis iam de corte em corte, de casa em casa, entoando ao som do alaúde e da cítara, belas e ingénuas cantigas de amigo e de amor ou acutilantes e ousadas cantigas de escárnio e maldizer, que marcaram o início da nossa poesia.

Com a leitura dos poemas teremos o acompanhamento do CORAL DE S. IVO interpretando belas peças cantadas que nos transportarão nas maravilhosas asas do sonho e da alegria. Contamos com a sua presença neste evento original, agradecendo a sua divulgação.

POETRIA

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