“Campo de experimentação literária” – assim se auto-interpreta a revista CRÀSE no seu nº 0, que acaba de ser publicada numa edição de 60 exemplares.
Grafismo e design inesperados em audácia e despojamento, formato de vanguarda, material robusto feito para durar.
Com estranho prazer percorremos estes textos destes poetas jovens e tão clássicos na modernidade dos seus gritos murmurados e veementes, na urgência das palavras como garras suaves desbravando um novo tempo e um novo espanto.
São 60 exemplares, 9 poetas, poemas múltiplos, que acrescentam sentido e perplexidade à vida que nos é dado viver.
Um relâmpago da literatura emergente para ofuscar de sonho o nosso hábito de cada dia.
Obrigatório é contemplar a CRÀSE e o texto acompanhante nos ficheiros anexos.
Custa 5€ está à venda na POETRIA.

[...] (47) – Luís Felício 22 12 2009 Então, abro uma revista de poesia que desconhecia, a Cràse, no seu número zero de cinquenta exemplares cinquenta e leio o trabalho de nove autores que [...]