Livraria Poetria

Livraria Poetria // Poesia e Teatro

Arquivo de teatro

Dança de Roda // Arthur Schnitzler

O TEATRO É VIDA E NÃO PÁRA!

Dança de Roda

A “Vintena Vadia” apresenta em estreia a peça do austríaco Arthur Schnitzler “Dança de roda”, nunca editada e pela primeira vez encenada em Portugal por Elisabeth Schuster, no dia 26/11/09, que se prolongará depois pelos dias 27 e 28/11 e 3, 4, 5, 9, 10 e 11 de Dezembro, sempre às 22 h.
O novo e inesperado espaço onde a peça decorrerá, e que todos vão adorar conhecer, é mais um “tesouro escondido” num dos becos desta cidade:
a Villa, na Travessa dos Congregados, 64. Chegando à Casa da Sorte, na Rua Sampaio Bruno, é só seguir as pègadas.

Preços:
6€ para o público em geral, 4€ para estudantes e grupos a partir de 10 pessoas. M/16 anos.
Reservas: 931608454 (entre as 10 e as 18h).

Do autor citamos: “Nas relações humanas não existe uma interrupção tal como não existe na vida em geral. Há início, desenvolvimento, climax, queda e fim”.
Da peça, que foi escrita em 1897 e em 1931 atingiu as 101 edições, sabe-se que sofreu grandes pressões políticas e ferozes ataques por ofensas morais à sociedade da época – chegou a ser chamada “peça de bordel” -, acabando mesmo por ser proibida por perturbação à ordem e segurança públicas.
Hoje, é um clássico da moderna dramaturgia de  expressão alemã, recorrentemente em cena nos países germânicos e também em França.

POETRIA

7 de Agosto de 2009 // O Guardador de Rebanhos

Leitura Integral de “O Guardador de Rebanhos” de Alberto Caeiro/Fernando Pessoa por Nuno Meireles, actor e encenador que se tem dedicado ultimamente a levar à cena poemas de Fernando Pessoa, dando corpo e voz à ficção que esses poemas essencialmente são.

Fernando Pessoa, Ricardo Reis, Álvaro de Campos, todos mudaram quem eram depois de conhecerem Caeiro e ouvirem a leitura dos poemas do Guardador de Rebanhos “num tom de voz de quem não procura senão dizer o que está dizendo – nem alta nem baixa, clara, livre de intenções, de hesitações, de timidezas”.

Esse encontro e essa leitura tiveram de facto enormes consequências nos outros poetas em que Pessoa se desdobrou, como se compreenderá e sentirá ao ouvir agora estes poemas na voz tão peculiar de Nuno Meireles.

É uma honra e um orgulho para a POETRIA esta apresentação, em estreia (mundial?) absoluta, num espaço admirável, num mês em que “o sol doira sem literatura” e numa espantosa encenação de um talentoso actor.

Palacete Balsemão (Pç. Carlos Alberto),

7/8/2009

21,30 h.

Duração aproximada 60 min. com intervalo.

Entrada: 2,00 €

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 51 outros seguidores